Você pode me chamar de… - Neal já tinha um nome falso em mente para dizer, mas se perde no olhar intenso de Theseus e acaba respondendo o nome verdadeiro - Neal. Neal Caffrey. Porém, apenas quando estivermos sozinhos. - Neal sorri levemente com o canto da boca e meneia a cabeça por um instante - Quando estivermos em público, apenas… - Dá mais uma olhada em como Theseus estava vestido - Não me chame. - Ele provavelmente não estava sendo completamente honesto, mas ainda não sabia mesmo se deveria tomar cuidado com a língua afiada e se preocupar com os sentimentos de alguém tão estranho, especialmente enquanto tem um helicóptero caído logo ali com o que ele tanto precisava - Rápido, vamos descer pelas escadas de incêndio! - Neal logo começa a correr com o corpo meio abaixado e bastante atento olhando pra todas as direções para ter certeza de que não vai dar de cara com a polícia ou, pior ainda, o FBI. Logo que chega perto do helicóptero, que já havia chamado a atenção de vários pedestres que passavam por ali, ouve sirenes que provavelmente eram de carros de polícia - Droga… eu não tenho muito tempo. - Neal termina de aproximar-se com pressa até o helicóptero e primeiramente vê a lança de Theseus que havia atravessado a aeronave e decide puxá-la. Precisa usar bastante força, mas consegue e gira o tronco para arremessá-la - Theseus? - Finalmente sente um cheiro mais forte e arregala um pouco os olhos amedrontado por sua estupidez e pelo que estava prestes a acontecer. Mas é claro que aquilo iria explodir a qualquer momento. -
Theseus acompanha Neal sem hesitar agora. Não sabe por que mas confia no rapaz e além detudo está curioso. O que ele quer ali, afinal? O que levou Neal até aquele lugar e fez com que os dois se encontrassem?
Quando chegaram perto da carcaça estranha e desconjuntada da coisa Theseus percebeu que não era um monstro; era algum tipo de máquina…algo que bem poderia ter saído da imaginação de Dédalos, não uma coisa viva. Neal então joga para ele a lança, que o grego pega no ar com facilidade. Ele percebe que o rapaz está assustado mas existe outra coisa que está incomodando Theseus ali.
“Tem pessoas aí dentro?” - ele pergunta franzindo o cenho.
Matt vira de costas pro helicóptero e corre até Theseus com toda a velocidade que um mero mortal poderia alcançar. “Se afaste!” ele gritou, se preocupando com o fato de que Theseus já deveria estar se movendo mas parecia completamente despreocupado, ou mais preocupado com as pessoas que estavam dentro da nave. Ele deixa o corpo chocar contra o de Theseus e segura firme os braços dele enquanto cai sobre ele no chão. O helicóptero logo explode fazendo um barulho ensurdecedor para eles que ainda estavam tão próximos. Matt vira o rosto pro lado pra ver o pedaço de metal em chamas que acabava de cair ao lado deles e enquanto observa o fogo, pensa o pior. Algo provavelmente estava prestes a perfurá-lo por trás, e ele não apenas havia sido descuidado o bastante pra se matar, mas estava levando alguém com ele. Ele se lembra de Peter e se sente mal por como ele havia deixado as coisas entre eles.
O quê? - Neal fica indignado com o que houve e a maneira que aquilo foi dito, mas parando pra pensar um pouco melhor naquilo, era fácil perceber que aquele, que ele ainda preferia considerar um desconhecido, era imenso e realmente parecia um soldado. - Tudo bem, Theseus. Você é um pouco mais alto que eu e provavelmente tem feito mais exercícios, eu posso concordar com isso, mas eu não sou tão delicado quanto preciso parecer. - Sacode a cabeça levemente, com movimentos curtos. - Eu conheço o mito. Eu já li sobre Theseus e titãs, e mesmo que algumas coisas em torno disso sejam interessantes, eu sinto muito dizer que existem mitos e personagens melhores e que é tudo ficção. - Vira um pouco o rosto e aponta - Foi com isso que você matou o minotauro? - Neal de repente sente o sangue ferver e percebe que estava caindo como um patinho. Algo em Theseus o fascinava bastante e ele não queria simplesmente virar as costas e terminar a conversa, mas seu objetivo ali era muito importante. Quando ele passou a ser tão ingênuo para que, mesmo por um segundo, agisse como se acreditasse que o herói Theseus estava na sua frente? - Obviamente, como você pôde perceber sozinho, eu não sou um soldado. Eu… - tanto Neal quanto Theseus podem ouvir o barulho de um helicóptero passando sobre eles e pairando, aparentemente, sobre um prédio ao lado. - Inacreditável.
Apesar de si mesmo e da situação, Theseus sorri. Aquele estranho era divertido e…bem, como ele poderia explicar de outra maneira que não gracioso? Ele não era uma mulher, óbviamente, e nem chegava a ser afeminado exatamente, mas ele tinha um ar estranhamente refinado, mais de acordo com palácios e centros de estudo atenienses e não com escudos e armas que cospem fogo. Perto dele Theseus achava que realmente parecia apenas um soldado rude.
“Mitos…?” ele olha para a lança e sacode a cabeça. “Não, eu não matei o Minotauro com isso, foi com um facão…e um porrete. Não exatamente nessa ordem….e sim, você não parece um soldado, e eu quero saber o que você…”
O barulho é quase insuportável por um momento e Theseus instintivamente ergue o escudo para a forma estranha que de repente paira sobre eles no céu. Aquilo só podia ser algum demônio alado! Nada podia se manter no céu daquela maneira anormal…e o barulho…
Theseus fica quase de cócoras ali no chão, ao mesmo tempo tentando ver a coisa por trás do escudo e também proteger os ouvidos.
“O que é isso???”
Você quer mesmo brincar de RPG live action? Então talvez seja um bom momento. - Neal muda completamente sua feição e sua postura, de repente até parecendo um bom soldado. Ele caminha cautelosamente até chegar mais perto do prédio e sem virar-se para Theseus faz sinal com a mão para ele manter a posição, mas por fim prefere virar o rosto e se certificar de que Theseus vai entender a mensagem. - Eu preciso entrar no prédio e recuperar algo importante antes que eles consigam. Eu não posso deixar eles partirem com o helicóptero com a relíquia grega que eu vim buscar. - Neal parecia determinado e pede com a voz firme. - Não saia daqui sem mim, prometo responder todas as suas perguntas logo! - Mas logo que Neal termina de falar, o helicóptero sobe mais alto e ele fica com a terrível sensação de perda. Por impulso, Neal saca a arma e considera atirar no helicóptero, mas aquilo seria obviamente estúpido por várias razões. - Acho que isso significa que minha jornada acaba de ser prolongada… - diz Neal mais para si do que para Theseus. -
Vendo que a coisa não os ataca diretamente e que o rapaz parece até bastante relaxado na presença daquilo, Theseus endireita o corpo e o observa. Relíquia grega? RPG Live Action? A conversa do desconhecido passa reto pelo grego e a única coisa que ele entende é que a estranha criatura pairando no céu de alguma forma está dificultando a vida daquele outro homem. Ele dá de ombros e, com um pequeno girar do pulso muda a posição da lança em sua mão.
“Você precisa derrubar aquilo? Talvez eu possa ajudar.”
E dizendo isso o guerreiro impulsiona o corpo para a frente, a lança na altura do ombro, e após uma breve corrida até quase a beirada do edifício Theseus a joga com uma precisão e força impossíveis de igualar nos dias de hoje.
A arma faz uma trajetória curva perfeita e, diante dos olhos esbugalhados dos homens dentro do helicóptero, atinge de forma fatal os motores.
Theseus vira o rosto para trás e ergue as sobrancelhas para seu jovem desconhecido.
“Isso ajuda?.”
… Isso ajuda a nos colocar em mais problemas… “Theseus”. - Neal diz um pouco confuso, achando aquilo praticamente inacreditável. Ele diz o nome de Theseus com desdém, porque era incrivelmente difícil acreditar em tudo que Theseus havia falado, mas aquela havia sido uma prova de que Theseus era diferente e ele definitivamente não parecia ser um ator, um golpista ou sequer ter más intenções. Ninguém poderia ser tão “bom” fingindo ser alguém que não é, e disso Neal entendia consideravelmente bem. - Vamos tentar recuperar sua arma e o artefato que eu estava procurando e, me escute bem, em seguida vamos fugir daqui o mais rápido possível, então siga meus passos e faça como eu fizer. Não se afaste de mim em momento algum, por favor. - Neal não se preocupou em refletir sobre aquilo agora, mas por alguma razão, manter Theseus próximo era realmente importante. Ele olha Theseus fixamente, ansioso para ouvir e ver se ele parece honesto. -
Theseus dá de ombros quando ouve que aquilo ia complicar as coisas. Ele já tivera que escapar de muito pior e era bom em improvisar. Era claro que o rapaz achava que ele estava mentindo sobre ser quem era mas isso não o incomodava também…a única coisa que o incomodava eram as perguntas que ele queria fazer o quanto antes. Seguir o desconhecido era uma garantia de que talvez conseguisse respostas e afinal de contas ele parecia honesto…e levemente desesperado, se bem que se esforçava para ocultar aquilo muito bem.
“Qual é o seu nome? Se eu vou seguir você por aí quero saber quem está ao meu lado.” - disse, sério e com um olhar penetrante, queixo levemente erguido.
Você pode me chamar de… - Neal já tinha um nome falso em mente para dizer, mas se perde no olhar intenso de Theseus e acaba respondendo o nome verdadeiro - Neal. Neal Caffrey. Porém, apenas quando estivermos sozinhos. - Neal sorri levemente com o canto da boca e meneia a cabeça por um instante - Quando estivermos em público, apenas… - Dá mais uma olhada em como Theseus estava vestido - Não me chame. - Ele provavelmente não estava sendo completamente honesto, mas ainda não sabia mesmo se deveria tomar cuidado com a língua afiada e se preocupar com os sentimentos de alguém tão estranho, especialmente enquanto tem um helicóptero caído logo ali com o que ele tanto precisava - Rápido, vamos descer pelas escadas de incêndio! - Neal logo começa a correr com o corpo meio abaixado e bastante atento olhando pra todas as direções para ter certeza de que não vai dar de cara com a polícia ou, pior ainda, o FBI. Logo que chega perto do helicóptero, que já havia chamado a atenção de vários pedestres que passavam por ali, ouve sirenes que provavelmente eram de carros de polícia - Droga… eu não tenho muito tempo. - Neal termina de aproximar-se com pressa até o helicóptero e primeiramente vê a lança de Theseus que havia atravessado a aeronave e decide puxá-la. Precisa usar bastante força, mas consegue e gira o tronco para arremessá-la - Theseus? - Finalmente sente um cheiro mais forte e arregala um pouco os olhos amedrontado por sua estupidez e pelo que estava prestes a acontecer. Mas é claro que aquilo iria explodir a qualquer momento. -
O quê? - Neal fica indignado com o que houve e a maneira que aquilo foi dito, mas parando pra pensar um pouco melhor naquilo, era fácil perceber que aquele, que ele ainda preferia considerar um desconhecido, era imenso e realmente parecia um soldado. - Tudo bem, Theseus. Você é um pouco mais alto que eu e provavelmente tem feito mais exercícios, eu posso concordar com isso, mas eu não sou tão delicado quanto preciso parecer. - Sacode a cabeça levemente, com movimentos curtos. - Eu conheço o mito. Eu já li sobre Theseus e titãs, e mesmo que algumas coisas em torno disso sejam interessantes, eu sinto muito dizer que existem mitos e personagens melhores e que é tudo ficção. - Vira um pouco o rosto e aponta - Foi com isso que você matou o minotauro? - Neal de repente sente o sangue ferver e percebe que estava caindo como um patinho. Algo em Theseus o fascinava bastante e ele não queria simplesmente virar as costas e terminar a conversa, mas seu objetivo ali era muito importante. Quando ele passou a ser tão ingênuo para que, mesmo por um segundo, agisse como se acreditasse que o herói Theseus estava na sua frente? - Obviamente, como você pôde perceber sozinho, eu não sou um soldado. Eu… - tanto Neal quanto Theseus podem ouvir o barulho de um helicóptero passando sobre eles e pairando, aparentemente, sobre um prédio ao lado. - Inacreditável.
Apesar de si mesmo e da situação, Theseus sorri. Aquele estranho era divertido e…bem, como ele poderia explicar de outra maneira que não gracioso? Ele não era uma mulher, óbviamente, e nem chegava a ser afeminado exatamente, mas ele tinha um ar estranhamente refinado, mais de acordo com palácios e centros de estudo atenienses e não com escudos e armas que cospem fogo. Perto dele Theseus achava que realmente parecia apenas um soldado rude.
“Mitos…?” ele olha para a lança e sacode a cabeça. “Não, eu não matei o Minotauro com isso, foi com um facão…e um porrete. Não exatamente nessa ordem….e sim, você não parece um soldado, e eu quero saber o que você…”
O barulho é quase insuportável por um momento e Theseus instintivamente ergue o escudo para a forma estranha que de repente paira sobre eles no céu. Aquilo só podia ser algum demônio alado! Nada podia se manter no céu daquela maneira anormal…e o barulho…
Theseus fica quase de cócoras ali no chão, ao mesmo tempo tentando ver a coisa por trás do escudo e também proteger os ouvidos.
“O que é isso???”
Você quer mesmo brincar de RPG live action? Então talvez seja um bom momento. - Neal muda completamente sua feição e sua postura, de repente até parecendo um bom soldado. Ele caminha cautelosamente até chegar mais perto do prédio e sem virar-se para Theseus faz sinal com a mão para ele manter a posição, mas por fim prefere virar o rosto e se certificar de que Theseus vai entender a mensagem. - Eu preciso entrar no prédio e recuperar algo importante antes que eles consigam. Eu não posso deixar eles partirem com o helicóptero com a relíquia grega que eu vim buscar. - Neal parecia determinado e pede com a voz firme. - Não saia daqui sem mim, prometo responder todas as suas perguntas logo! - Mas logo que Neal termina de falar, o helicóptero sobe mais alto e ele fica com a terrível sensação de perda. Por impulso, Neal saca a arma e considera atirar no helicóptero, mas aquilo seria obviamente estúpido por várias razões. - Acho que isso significa que minha jornada acaba de ser prolongada… - diz Neal mais para si do que para Theseus. -
Vendo que a coisa não os ataca diretamente e que o rapaz parece até bastante relaxado na presença daquilo, Theseus endireita o corpo e o observa. Relíquia grega? RPG Live Action? A conversa do desconhecido passa reto pelo grego e a única coisa que ele entende é que a estranha criatura pairando no céu de alguma forma está dificultando a vida daquele outro homem. Ele dá de ombros e, com um pequeno girar do pulso muda a posição da lança em sua mão.
“Você precisa derrubar aquilo? Talvez eu possa ajudar.”
E dizendo isso o guerreiro impulsiona o corpo para a frente, a lança na altura do ombro, e após uma breve corrida até quase a beirada do edifício Theseus a joga com uma precisão e força impossíveis de igualar nos dias de hoje.
A arma faz uma trajetória curva perfeita e, diante dos olhos esbugalhados dos homens dentro do helicóptero, atinge de forma fatal os motores.
Theseus vira o rosto para trás e ergue as sobrancelhas para seu jovem desconhecido.
“Isso ajuda?.”

… Isso ajuda a nos colocar em mais problemas… “Theseus”. - Neal diz um pouco confuso, achando aquilo praticamente inacreditável. Ele diz o nome de Theseus com desdém, porque era incrivelmente difícil acreditar em tudo que Theseus havia falado, mas aquela havia sido uma prova de que Theseus era diferente e ele definitivamente não parecia ser um ator, um golpista ou sequer ter más intenções. Ninguém poderia ser tão “bom” fingindo ser alguém que não é, e disso Neal entendia consideravelmente bem. - Vamos tentar recuperar sua arma e o artefato que eu estava procurando e, me escute bem, em seguida vamos fugir daqui o mais rápido possível, então siga meus passos e faça como eu fizer. Não se afaste de mim em momento algum, por favor. - Neal não se preocupou em refletir sobre aquilo agora, mas por alguma razão, manter Theseus próximo era realmente importante. Ele olha Theseus fixamente, ansioso para ouvir e ver se ele parece honesto. -
O quê? - Neal fica indignado com o que houve e a maneira que aquilo foi dito, mas parando pra pensar um pouco melhor naquilo, era fácil perceber que aquele, que ele ainda preferia considerar um desconhecido, era imenso e realmente parecia um soldado. - Tudo bem, Theseus. Você é um pouco mais alto que eu e provavelmente tem feito mais exercícios, eu posso concordar com isso, mas eu não sou tão delicado quanto preciso parecer. - Sacode a cabeça levemente, com movimentos curtos. - Eu conheço o mito. Eu já li sobre Theseus e titãs, e mesmo que algumas coisas em torno disso sejam interessantes, eu sinto muito dizer que existem mitos e personagens melhores e que é tudo ficção. - Vira um pouco o rosto e aponta - Foi com isso que você matou o minotauro? - Neal de repente sente o sangue ferver e percebe que estava caindo como um patinho. Algo em Theseus o fascinava bastante e ele não queria simplesmente virar as costas e terminar a conversa, mas seu objetivo ali era muito importante. Quando ele passou a ser tão ingênuo para que, mesmo por um segundo, agisse como se acreditasse que o herói Theseus estava na sua frente? - Obviamente, como você pôde perceber sozinho, eu não sou um soldado. Eu… - tanto Neal quanto Theseus podem ouvir o barulho de um helicóptero passando sobre eles e pairando, aparentemente, sobre um prédio ao lado. - Inacreditável.
Apesar de si mesmo e da situação, Theseus sorri. Aquele estranho era divertido e…bem, como ele poderia explicar de outra maneira que não gracioso? Ele não era uma mulher, óbviamente, e nem chegava a ser afeminado exatamente, mas ele tinha um ar estranhamente refinado, mais de acordo com palácios e centros de estudo atenienses e não com escudos e armas que cospem fogo. Perto dele Theseus achava que realmente parecia apenas um soldado rude.
“Mitos…?” ele olha para a lança e sacode a cabeça. “Não, eu não matei o Minotauro com isso, foi com um facão…e um porrete. Não exatamente nessa ordem….e sim, você não parece um soldado, e eu quero saber o que você…”
O barulho é quase insuportável por um momento e Theseus instintivamente ergue o escudo para a forma estranha que de repente paira sobre eles no céu. Aquilo só podia ser algum demônio alado! Nada podia se manter no céu daquela maneira anormal…e o barulho…
Theseus fica quase de cócoras ali no chão, ao mesmo tempo tentando ver a coisa por trás do escudo e também proteger os ouvidos.
“O que é isso???”
Você quer mesmo brincar de RPG live action? Então talvez seja um bom momento. - Neal muda completamente sua feição e sua postura, de repente até parecendo um bom soldado. Ele caminha cautelosamente até chegar mais perto do prédio e sem virar-se para Theseus faz sinal com a mão para ele manter a posição, mas por fim prefere virar o rosto e se certificar de que Theseus vai entender a mensagem. - Eu preciso entrar no prédio e recuperar algo importante antes que eles consigam. Eu não posso deixar eles partirem com o helicóptero com a relíquia grega que eu vim buscar. - Neal parecia determinado e pede com a voz firme. - Não saia daqui sem mim, prometo responder todas as suas perguntas logo! - Mas logo que Neal termina de falar, o helicóptero sobe mais alto e ele fica com a terrível sensação de perda. Por impulso, Neal saca a arma e considera atirar no helicóptero, mas aquilo seria obviamente estúpido por várias razões. - Acho que isso significa que minha jornada acaba de ser prolongada… - diz Neal mais para si do que para Theseus. -
- Neal ainda não entendia como havia perdido o escudo. Ele esteve atento e tinha alguma noção de artes marciais, mas aquele homem estranho foi tão rápido que ele não teve a menor chance de reagir. Vira-se de barriga pra cima imediatamente que sente que está no chão. Sua cabeça dói muito e ele sabe que está sangrando. Por impulso, Neal saca a arma e aponta para Theseus -
Fique longe de mim ou eu atiro! Ou melhor, eu vou atirar mesmo assim. - Neal dispara de modo que a bala passe de raspão na perna de Theseus. Era óbvio que ele não estava lidando com um mero maluco ou um ator que esqueceu de se trocar no próprio teatro. Aquele era, no mínimo, outro con artist. Sem dúvidas um dos bons. -
Theseus não tinha idéia de que o outro homem fosse tão…pouco resistente. Na verdade mal usara sua verdadeira força para derrubá-lo e ele estava ali sangrando e apontando uma coisa estranha para ele. Parecia um brinquedo, pelos Deuses! Mas quando Theseus deu um passo a frente, pronto para tentar entender, aquela coisa explodiu e ele sentiu algo queimar em sua perna.
“O quê…?” ele olhou para baixo e viu sangue e fuligem no ferimento que aquele “brinquedo” causara e isso o fez franzir o cenho. Aquilo ardia. “Você devia ter ficado longe de mim para começar. O que você quer? Onde eu estou??”
- Neal levanta-se o mais rápido possível. Passa a mão por baixo do lábio inferior, que sangrava um pouco, e logo vai aproximando-se devagar - Me desculpe por tentar ajudar. Eu tinha algo a fazer aqui e você estava desacordado. Convenhamos, você chama bastante atenção. Não me diga que isso é algum truque para me pegar? - Neal olha a perna ferida de Theseus e franze cenho, confuso e ligeiramente preocupado. Aponta com a arma e pergunta - Não dói? Deveria doer. Onde você está? Sério? Dá pra parar de interpretar o papel maluco agora? O que você deveria ser, um espartano? Não, um… - analisa melhor - semi-deus grego, talvez?
Theseus inclina a cabeça levemente de lado, sério, mas no fundo todo aquele falatório o deixava ainda mais confuso. Aquele homem não falava coisa com coisa! O grego respirou fundo algumas vezes e decidiu ser prático. Ele olhara a volta deles. Não estavam na Grécia, isso era óbvio, e não estavam em nenhum lugar do qual ele já ouvira falar. Ele podia estar morto, mas Theseus duvidava que o inferno fosse daquele jeito portanto algo acontecera entre aquele precioso momento em que ele desmaiou na antecâmara da prisão dos Titãs e quando acordou…ali.
“Eu não sei quem é você e não percebi que tentava ajudar. Eu só vi alguém se aproximar e tomar meu escudo, minha proteção….se você puder parar de falar um segundo eu talvez consiga explicar! -olha de relance para a perna, que sangra um pouco mas não chega a ser um incômodo. Realmente, Theseus já sofrera muito pior. - Arde um pouco e é só. -aponta com o queixo para a arma- O que é essa coisa? Ela cospe fogo, é isso?
- Neal levanta a arma para que Theseus possa ver e faz menção de começar a dizer algo. Se sente estúpido quando percebe que ia explicar o que é um revolver e abaixa a mão, estreitando os olhos - Você é bom. - Guarda a arma e aproxima-se um pouco mais. - E também é bastante resistente. - Levanta as mãos na altura do ombro para que Theseus veja as palmas. - Não me ataque e prometo entrar no seu jogo. Deixe-me apenas… - Neal abaixa-se e apoia um joelho no chão. Ele toca com cuidado a perna de Theseus e tenta examinar a ferida. - A bala passou de raspão, precisamente como eu queria. - Levanta-se e sorri arqueando um pouco uma sobrancelha - Claramente, eu também sou bom. Agora… você deveria nos poupar o drama e ir à um hospital. Você sabe chegar ao mais próximo? Eu posso pedir um táxi. Você… - franze o cenho - sabe pegar um táxi, certo? - Só então lembra-se que Theseus queria tentar explicar algo. - Olha, eu tenho um cofre para abrir e você provavelmente sabe disso. Se isso tudo foi uma maneira que alguém planejou para me distrair, é melhor você me matar.
Theseus fica em silêncio, apenas observando enquanto o outro homem examina sua perna e continua…falando! Ele respira fundo e balança a cabeça, finalmente baixando o escudo e dexando-o apoiado na parede mais próxima sem dar as costas ao desconhecido.
“Eu não estou aqui para matar você, a menos que me dê um bom motivo. Meu nome é Theseus e eu não faço idéia do que é um táxi. Não preciso de um hospital e não faço a menor idéia de onde estou. A última coisa de que me lembro é ter matado Hyperion logo depois dos Titãs terem sido libertados e então todo o monte Tártarus veio á baixo. -ele aponta a lança para o rapaz apenas como um gesto casual- Se você pertence ao exército dele talvez eu mude de idéia quanto a não matar você, mas eu duvido que você pertença a qualquer batalhão. -sorri de lado- Você é muito…delicado.
O quê? - Neal fica indignado com o que houve e a maneira que aquilo foi dito, mas parando pra pensar um pouco melhor naquilo, era fácil perceber que aquele, que ele ainda preferia considerar um desconhecido, era imenso e realmente parecia um solado. - Tudo bem, Theseus. Você é um pouco mais alto que eu e provavelmente tem feito mais exercícios, eu posso concordar com isso, mas eu não sou tão delicado quanto preciso parecer. - Sacode a cabeça levemente, com movimentos curtos. - Eu conheço o mito. Eu já li sobre Theseus e titãs, e mesmo que algumas coisas em torno disso sejam interessantes, eu sinto muito dizer que existem mitos e personagens melhores e que é tudo ficção. - Vira um pouco o rosto e aponta - Foi com isso que você matou o minotauro? - Neal de repente sente o sangue ferver e percebe que estava caindo como um patinho. Algo em Theseus o fascinava bastante e ele não queria simplesmente virar as costas e terminar a conversa, mas seu objetivo ali era muito importante. Quando ele passou a ser tão ingênuo para que, mesmo por um segundo, agisse como se acreditasse que o herói Theseus estava na sua frente? - Obviamente, como você pôde perceber sozinho, eu não sou um soldado. Eu… - tanto Neal quanto Theseus podem ouvir o barulho de um helicóptero passando sobre eles e pairando, aparentemente, sobre um prédio ao lado. - Inacreditável.
- Neal ainda não entendia como havia perdido o escudo. Ele esteve atento e tinha alguma noção de artes marciais, mas aquele homem estranho foi tão rápido que ele não teve a menor chance de reagir. Vira-se de barriga pra cima imediatamente que sente que está no chão. Sua cabeça dói muito e ele sabe que está sangrando. Por impulso, Neal saca a arma e aponta para Theseus -
Fique longe de mim ou eu atiro! Ou melhor, eu vou atirar mesmo assim. - Neal dispara de modo que a bala passe de raspão na perna de Theseus. Era óbvio que ele não estava lidando com um mero maluco ou um ator que esqueceu de se trocar no próprio teatro. Aquele era, no mínimo, outro con artist. Sem dúvidas um dos bons. -
Theseus não tinha idéia de que o outro homem fosse tão…pouco resistente. Na verdade mal usara sua verdadeira força para derrubá-lo e ele estava ali sangrando e apontando uma coisa estranha para ele. Parecia um brinquedo, pelos Deuses! Mas quando Theseus deu um passo a frente, pronto para tentar entender, aquela coisa explodiu e ele sentiu algo queimar em sua perna.
“O quê…?” ele olhou para baixo e viu sangue e fuligem no ferimento que aquele “brinquedo” causara e isso o fez franzir o cenho. Aquilo ardia. “Você devia ter ficado longe de mim para começar. O que você quer? Onde eu estou??”
- Neal levanta-se o mais rápido possível. Passa a mão por baixo do lábio inferior, que sangrava um pouco, e logo vai aproximando-se devagar - Me desculpe por tentar ajudar. Eu tinha algo a fazer aqui e você estava desacordado. Convenhamos, você chama bastante atenção. Não me diga que isso é algum truque para me pegar? - Neal olha a perna ferida de Theseus e franze cenho, confuso e ligeiramente preocupado. Aponta com a arma e pergunta - Não dói? Deveria doer. Onde você está? Sério? Dá pra parar de interpretar o papel maluco agora? O que você deveria ser, um espartano? Não, um… - analisa melhor - semi-deus grego, talvez?
Theseus inclina a cabeça levemente de lado, sério, mas no fundo todo aquele falatório o deixava ainda mais confuso. Aquele homem não falava coisa com coisa! O grego respirou fundo algumas vezes e decidiu ser prático. Ele olhara a volta deles. Não estavam na Grécia, isso era óbvio, e não estavam em nenhum lugar do qual ele já ouvira falar. Ele podia estar morto, mas Theseus duvidava que o inferno fosse daquele jeito portanto algo acontecera entre aquele precioso momento em que ele desmaiou na antecâmara da prisão dos Titãs e quando acordou…ali.
“Eu não sei quem é você e não percebi que tentava ajudar. Eu só vi alguém se aproximar e tomar meu escudo, minha proteção….se você puder parar de falar um segundo eu talvez consiga explicar! -olha de relance para a perna, que sangra um pouco mas não chega a ser um incômodo. Realmente, Theseus já sofrera muito pior. - Arde um pouco e é só. -aponta com o queixo para a arma- O que é essa coisa? Ela cospe fogo, é isso?
- Neal levanta a arma para que Theseus possa ver e faz menção de começar a dizer algo. Se sente estúpido quando percebe que ia explicar o que é um revolver e abaixa a mão, estreitando os olhos - Você é bom. - Guarda a arma e aproxima-se um pouco mais. - E também é bastante resistente. - Levanta as mãos na altura do ombro para que Theseus veja as palmas. - Não me ataque e prometo entrar no seu jogo. Deixe-me apenas… - Neal abaixa-se e apoia um joelho no chão. Ele toca com cuidado a perna de Theseus e tenta examinar a ferida. - A bala passou de raspão, precisamente como eu queria. - Levanta-se e sorri arqueando um pouco uma sobrancelha - Claramente, eu também sou bom. Agora… você deveria nos poupar o drama e ir à um hospital. Você sabe chegar ao mais próximo? Eu posso pedir um táxi. Você… - franze o cenho - sabe pegar um táxi, certo? - Só então lembra-se que Theseus queria tentar explicar algo. - Olha, eu tenho um cofre para abrir e você provavelmente sabe disso. Se isso tudo foi uma maneira que alguém planejou para me distrair, é melhor você me matar.
the year is 2012. theseus is lying on the floor in his armour, with a weapon in his hand and his shield next to him. the first man to see him approaches and tries to help, only to be attacked by surprise.
the man tries to start a conversation, but theseus is confused and aggressive. that strange but brave man has taken his shield from the floor and theseus wants it back. the man tells him he’ll have his shield back if he lets him go. but suddenly, for some reason, theseus doesn’t want to let him go. he needs answers. he understands everything happens for a reason and the purpose of him being there and meeting that man is yet to be discovered.
- Neal ainda não entendia como havia perdido o escudo. Ele esteve atento e tinha alguma noção de artes marciais, mas aquele homem estranho foi tão rápido que ele não teve a menor chance de reagir. Vira-se de barriga pra cima imediatamente que sente que está no chão. Sua cabeça dói muito e ele sabe que está sangrando. Por impulso, Neal saca a arma e aponta para Theseus -
Fique longe de mim ou eu atiro! Ou melhor, eu vou atirar mesmo assim. - Neal dispara de modo que a bala passe de raspão na perna de Theseus. Era óbvio que ele não estava lidando com um mero maluco ou um ator que esqueceu de se trocar no próprio teatro. Aquele era, no mínimo, outro con artist. Sem dúvidas um dos bons. -
Theseus não tinha idéia de que o outro homem fosse tão…pouco resistente. Na verdade mal usara sua verdadeira força para derrubá-lo e ele estava ali sangrando e apontando uma coisa estranha para ele. Parecia um brinquedo, pelos Deuses! Mas quando Theseus deu um passo a frente, pronto para tentar entender, aquela coisa explodiu e ele sentiu algo queimar em sua perna.
“O quê…?” ele olhou para baixo e viu sangue e fuligem no ferimento que aquele “brinquedo” causara e isso o fez franzir o cenho. Aquilo ardia. “Você devia ter ficado longe de mim para começar. O que você quer? Onde eu estou??”
- Neal levanta-se o mais rápido possível. Passa a mão por baixo do lábio inferior, que sangrava um pouco, e logo vai aproximando-se devagar - Me desculpe por tentar ajudar. Eu tinha algo a fazer aqui e você estava desacordado. Convenhamos, você chama bastante atenção. Não me diga que isso é algum truque para me pegar? - Neal olha a perna ferida de Theseus e franze cenho, confuso e ligeiramente preocupado. Aponta com a arma e pergunta - Não dói? Deveria doer. Onde você está? Sério? Dá pra parar de interpretar o papel maluco agora? O que você deveria ser, um espartano? Não, um… - analisa melhor - semi-deus grego, talvez?

- Neal ainda não entendia como havia perdido o escudo. Ele esteve atento e tinha alguma noção de artes marciais, mas aquele homem estranho foi tão rápido que ele não teve a menor chance de reagir. Vira-se de barriga pra cima imediatamente que sente que está no chão. Sua cabeça dói muito e ele sabe que está sangrando. Por impulso, Neal saca a arma e aponta para Theseus -

Fique longe de mim ou eu atiro! Ou melhor, eu vou atirar mesmo assim. - Neal dispara de modo que a bala passe de raspão na perna de Theseus. Era óbvio que ele não estava lidando com um mero maluco ou um ator que esqueceu de se trocar no próprio teatro. Aquele era, no mínimo, outro con artist. Sem dúvidas um dos bons. -